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Categoría: Trabajo Final 2007

5 Diciembre 2007

Ruby Bolster - A Poluição da Baía de Guanabara

Poluição e a Baía de Guanabara

A Baía de Guanabara é bem conhecida a qualquer morador de Rio de Janeiro. Algumas pessoas falam que a melhor atração de Niterói é a vista da cidade maravilhosa: uma vista que engloba Pão de Açúcar, Corcovado e o Cristo Redentor, as montanhas e os arranha-céus que formam uma silhueta inesquecível, tudo no outro lado da Baía. Quando cheguei no Brasil e vi que minha casa ficava cinco quadros da praia, minha nova mãe brasileira me avisou que nossa praia de São Francisco e as outras praias da Baía são muito poluídas e não se deve entrar na água. Logo depois consegui um estágio com o Instituto Baía de Guanabara, onde aprendia muito mais sobre o problema formidável de poluição da Baía.

A Baía de Guanabara é a segunda maior baía do litoral brasileiro com uma área de 380 km2 (“Baía de Guanabara”). As águas de 55 rios e riachos em 16 municípios se enchem na Baía, e a qualidade da água da Baía é influenciada pelo nível de poluição destes 55 rios. Estes 16 municípios que compartilham uma fronteira com a Baía têm 10 milhões de habitantes (ou 80% da população do estado de Rio de Janeiro) e 7,6 do 8 milhões habitam na bacia da Baía (“Situação Ambiental Atual”).

A poluição da Baía de Guanabara é um grande parte uma conseqüência do crescimento urbano e desenvolvimento industrial que se intensificou nas décadas de 1950-1960. A baía tem sido vitima da urbanização desordenada. Os bairros de classe media e alta cresciam sobre aterramentos da Baía e destruíam os ecossistemas destas áreas. A classe baixa começaram a ocupar áreas sem planejamento urbano organizado (“Baia”). O crescimento populacional não tem sido acompanhado pela execução adequada dos serviços de saneamento e drenagem, e os esgotos se tornam rios de lixo e carga orgânica que se drenam na Baía. A falta de tratamento dos esgotos sanitários é a principal fonte de poluição orgânica. 85% dos 7,6 milhões de habitantes na bacia da Baía não recebem tratamento (“Relatório Controle Industrial”). Também, é estimado que 464 toneladas de carga orgânica é lançada na Baía por dia, um volume equivalente ao Maracanã (“Situação”). A poluição orgânica pode provocar o crescimento de certas algas tóxicas à vida aquática e à saúde humana. Sem locais suficientes para receber lixo, as pilhas fortuitas de lixo proliferam as doenças, contaminam o solo, obstruem os sistemas de drenagem e poluem as águas. Segundo o Centro de Informação da Baía de Guanabara (CIBG), um pólo de referências criado pelo Governo do Estado do Rio de Janeiro, dos 13.000t/dia de lixo gerada, 4.000t/dia não são coletadas e chegam a ser vazadas nos rios, canais e terrenos baldios. Dos 9.000t/dia que são coletados, 8.000t/dia são lançadas num aterro que logo estará esgotada (“Relatório”). É obvio, então, que as organizações dedicadas à despoluição da Baía deve privilegiar a reorganização do sistema de planejamento urbano, principalmente as redes de coleção de lixo e o tratamento do esgoto.

A poluição industrial é outra conseqüência dos projetos de desenvolvimento e o crescimento de industria nas décadas 1950-1960. Segundo o CIBG as fontes potencias de poluição na bacia incluem: “14.000 estabelecimentos industriais, 14 terminais marítimos de carga e descarga de produtos oleosos, dois portos comerciais, diversos estaleiros, duas refinarias de petróleo, mais de mil postos de combustíveis e uma intrincada rede de transporte...” (“Baía”). 400 destas indústrias são responsáveis pela maioria dos poluentes industrias lançados nos rio e na Baía de Guanabara. A maior poluidor é a Refinaria Duque de Caxias (REDUC), que lança derivados de petróleo e matais pesados. Também há inúmeros acidentes em operações de carga e descarga de petróleo e produtos químicos. Estes tóxicos danificam as manguezais, a qualidade de água na Baía e os animais que habitam a Baía. Existe tanta indústria na bacia da Baía que o controle industrial é outra prioridade para as organizações em combate com a poluição.

Para entender a situação atual da poluição da Baía, é também preciso dar uma olhada à coisa maior—a situação ambiental fora da urbanização e industrialização do Rio de Janeiro. O ecossistema da Baía é diretamente ligado aos ecossistemas dos rios que se drenam na Baía e as terras da bacia. As grandes causas da degradação ambientes incluem desmatamento, destruição de manguezais, aterros, e acidentes ambientais. A Mata Atlântica tem sido reduzido a 1.265km2, ou só 37,5% da floresta original (“Situação”). Esta enorme redução causa erosão, deslizamentos, secos e inundações. A destruição de manguezais reduz a capacidade de reprodução de varias espécies da vida aquática e intensifica o processo de assoreamento, ou a obstrução dos rios por sedimentos que reduz a profundidade da Baía. Os aterros tem reduzido o superfície original da Baía e também a sua capacidade de autodepuração, ou a capacidade natural de um corpo d’água de voltar a ser limpo (Programa Nascentes da Baía de Guanabara). Então, com estes grandes processos de degradação ambiental, deve ser óbvio que a despoluição não é só uma questão de políticas urbanas mas de políticas ambientais feitas pelo país inteiro.

A despoluição é sendo combatida por varias organizações e órgãos políticas. Em particular, há três instituições importantes envolvidas no controle industrial. A Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Desenvolvimento Urbano (SEMADUR) “atua...no controle das diversas formas de poluição, no gerenciamento dos recursos hídricos, de flora e fauna e...a ocupação do solo urbano” (“Relatório”). A Fundação Estadual de Engenharia do Meio Ambiente (FEEMA) atua como órgão executor da Política Estadual de Controle Ambiental, particularmente no construção de padrões de controle ambiental e o licenciamento de atividades poluidoras. A terceira instituição é a Comissão Estadual de Controle Ambiental (CECA). CECA tem a função da policia ambiental no Estado do Rio de Janeiro, acerta que as indústrias estão seguindo as normas ambientais; também propõe ao SEMADUR as medidas recomendadas pela FEEMA (“Relatório”). Estás três instituições criam a grande maioria das políticas ao respeito da poluição (ou as vezes só recomendam o que as políticas devem ser). Também, elas conduzem uma grande parte das pesquisas sobre a Baía e geram esta informação a outras instituições, os organizações não-governamentais e o público.

A poluição da Baía afeta a vida cotidiana dos 10 milhões habitantes dos 16 municípios localizados ao redor da Baía; por muitos, o seu emprego e a saúde pessoal é ligado à qualidade das águas da Baía. Como resultado, muito dinheiro tem sido investido em projetos formadas principalmente para a recuperação da qualidade da água. O Projeto de Despoluição da Baía de Guanabara (PDBG) foi criado em 1994 com verbas dadas pelo Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID- US$350 milhões), pelo Banco Japonês para Cooperação Internacional US$237 milhões) e pelo governo estadual (US$206 milhões). O Projeto tem seis componentes: saneamento, coleta de lixo, controle de inundações, mapeamento digital da região e vários projetos ambientais (“Planos e projetos de recuperação”). Outro projeto importante é o Programa de Revitalização Ambiental da Baía de Guanabara. Com um orçamento de R$51 milhões, se concentra em quatro componentes: “projetos em parceria com os municípios; aprimoramento operacional dos órgãos ambientais; revitalização e proteção de Unidades de Conservação e Pesquisa, recuperação e educação ambiental” (“Planos”).

O Projeto de Despoluição da Baía de Guanabara (PDBG), na sua lista de soluções, se enfoca nos três fontes principais da poluição: o esgoto doméstico, os resíduos sólidos e a poluição industrial. Como Marcella ao Instituto Baía de Guanabara fala, o esgoto doméstico é o maior poluidor; faz sentido, então, que o PDBG tem dedicado a maioridade de seus recursos às obras de saneamento. Com o financiamento do BID e o Banco Japonês, os sistemas de coleta e de tratamento de esgotos têm sido ampliados. Estas mudanças são estimadas a beneficiar os 5 milhões de pessoas que moram em 32 favelas de Rio de Janeiro e Niterói. Também os investimentos do PDBG nos sistemas de abastecimento de água beneficiarão um milhão de habitantes (“Relatório”). Outra preocupação é o controle e a destino final do lixo. Para determinar como o lixo urbano será controlado, o Governo do Estado criou o Programa Pró-Lixo foi criado em 2000. Quarenta e sete municípios assinaram em acordo com o Estado, beneficiando cerca de 2 milhões de habitantes (“Relatório”). O terceiro foco do PDBG é o controle industrial. Os objetivos do PDBG ao respeito dos 455 indústrias mais poluidoras incluem uma redução em 90% da carga orgânica, uma redução em 95% de óleos e graxas, fazer levantamentos e elevar a atividade de fiscalização. Para realizar estas metas e manter uma indústria “sob controle”, o PDBG plana a caracterizar as indústrias, definir as ações de controle precisas, analisar as medidas propostas e as implementar (“Relatório”). Até agora, o PDBG tem tido o maior sucesso com as obras de saneamento e também tem gastado quase tudo de sua orçamento neste campo.

Quatro estratégias tem sido prepostas por o PDBG e FEEMA e considerados pelo governo estadual no controle industrial. A primeira estratégia se enfoca no controle individual de 55 indústrias consideradas a ter a maior potencial poluidor. Estas indústrias incluem as indústrias químicas como Petroflex e as refinarias como REDUC, uma companhia responsável por 80% da poluição industrial na Baía. Algumas das ações feitas dentro esta estratégia são avaliações do tratamento de efluentes líquidos, de controle de emissões atmosféricas, de controle de resíduos sólidos e da contaminação de solo (“Relatório”). A segunda estratégia ataca as 26 empresas que trabalham com os derivados de petróleo e 74 atividades de médio potencial poluidor. Nesta estratégia, as mesmas avaliações da primeira estratégia estão sendo feitas, junto com o licenciamento da atividade (“Relatório”). Enquanto as duas primeiras estratégias se concentram nas grandes empresas, a terceira trata o que ela chama “o sistema central de tratamento,” ou 300 indústrias de pequeno porte. Estas empresas trabalham com metalúrgica, químicas, farmacêuticas e alimentícias. Estudos têm mostrado que estas pequenas empresas freqüentemente operam fora dos padrões de controle e precisam de investimentos para atingir as normas ambientais. A quarta e final estratégia proposta aborda a controle de óleo através os estaleiros, dos quais há quinze na Baía de Guanabara. Esta estratégia usa levantamentos da situação atual e da legislação, vistorias e uma re-organização da infra-estrutura. Vemos que as estratégias vão de controlar poucos indústrias que poluem muito a controlar muitas indústrias que poluem muito. Qual estratégia é a mais efetiva ainda tem que ser revelada: o governo ainda não tem escolhido a qual ele vai se dedicar.

Não obstante, a despoluição não é só uma questão das políticas do Governo do Estado ou das prefeituras. Cada pessoa que mora na bacia da Baía tem a potencial de influir a situação ambiental. Até o ato simples de jogar lixo na lixeira tem um efeito mais positiva do que seria se o deixasse na rua ou no chão. É importante educar crianças sobre a poluição da Baía e a degradação ambiental em geral para que eles carreguem e fortaleçam a tradição de ação ambiental. O cuidado da Terra é o trabalho de cada cidadão do mundo.

Fontes:

“Baía de Guanabara.” FEEMA- Fundação Estadual de Engenharia do Meio Ambiente. 29 Nov. 2007 <http://www.feema.rj.gov.br/baia-guanabara.asp?cat=75>

Entrevista com Marcella, Instituto Baía de Guanabara, 4 Dez. 2007.

“Planos e projetos de recuperação.” Instituto Baía de Guanabara. 30 Nov. 2007 <http://www.portalbaiadeguanabara.org.br/portal/exibe_sub.asp?id_sub=47>

Programa Nascentes da Baía de Guanabara: exposição permanente e itinerante. Instituto Baía de Guanabara. Concepção: Alba Simon e Dora Hees de Negreiros. 1997.

“Relatório Controle Industrial – Maio 2005.” 24 junho 2005. Centro de Informação da Baía de Guanabara. 29 Nov. 2007 <http://www.cibg.rj.gov.br/detalhenoticias.asp?codnot=356&codman=28>

“Situação ambiental atual.” 4 junho 2001. Centro de Informação da Baía de Guanabara. 28 Nov. 2007 <http://www.cibg.rj.gov.br/detalhenoticias.asp?codnot=95&codman=28>

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20 Noviembre 2007

Maya- Entrevista parte 2

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20 Noviembre 2007

Maya-Entrevista Parte 1

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19 Noviembre 2007

Maya- Proyecto final

Genocidio en Argentina

 

Maya Isabel Kushmaul

 

 

Hay un parte de
la historia contemporánea de Argentina que muchos en el mundo no saben y que
muchos acá quieren olvidar. Este semestre estuve en un clase, “Análisis de las
Practicas Sociales Genocidas” por Daniel Feierstein. La clase específicamente
analiza los genocidios de los judíos y de las personas  acá en Argentina. En esta clase aprendí
mucho sobre temas que antes no tenía ni una idea sobre. En la secundaria
aprendí sobre los nazis y los campos de concentración, y aprendí un poquito
sobre las dictaduras en América Latina lo que he estudiado en Middlebury
Collage, pero nunca me di cuenta sobre el genocidio que ha ocurrido acá (y
también en otros países en el mundo). En esta clase me di cuenta la suma de los
genocidios modernos y me parece increíble que no sabía mucho sobre este tema
anteriormente. Aunque los hechos no sucedieron en los Estados Unidos, pienso
que es muy importante saber sobre los hechos ocurridos para que podamos
aprender como evitar que esto ocurra en el futuro.

Es en este
contexto que escribo este ensayo sobre el 
genocidio en Argentina. El muy breve relato de la historia de los
eventos falta mucho. Pero mi motivo en hacer esto  en el siguiente ensayo es para que alguna persona, aunque
sea solamente una persona, lo lea y aprenda algo nuevo sobre Argentina y su
sociedad. Y para que, cuando alguien vea mis entrevistas, sepa un poco de el
tema para que puedan compartir las experiencias de los entrevistados.

 

Breve resumen del contexto del
genocidio

 

            En
el año 1973 Isabel Martínez de Perón asumió la presidenta después de la muerte
del presidente anterior y su esposo, Juan Perón. Bajo de su gobierno una gran
lucha contrainsurgencia, usando modos del asesino y el secuestro empezó.
Operativo Independencia era la operación contra las guerrillas de la izquierda
en la provincia de Tucumán. Esta operación era específicamente contra el
Ejercito Revolucionario del Pueblo (ERP) 
y su creciente influencia en la región. Durante esta operación militar el
ejército usó modos de muerte, la tortura y los secuestros para suprimir a este
grupo de la izquierda. La comisión de derechos humanos, Conadep en su informe, Nunca
Más
de 1985 citó 385 asesinos bajo de este
gobierno en 1975.

Poco tiempo
después, en el 24 de Marzo en 1976 un golpe de estado ocurrió por el ejército
con Jorge Rafael Videla como jefe y la Junta de Comandantes asumió el poder de
la nación. Bajo de Videla, una extremista derechista,  el ejercito y otros grupos derechistas impusieron un gran lucha
contra los grupos de la izquierda. Impusieron un “Proceso de Reorgnanización
Social” en la sociedad, que buscaba quebrar el hegemonía y los relaciones
sociales en la Argentina para que se pudiera imponer su poder con más eficaz.
Justificó el proceso con la idea de que estaba luchando contra la armada
izquierda. Pero, en realidad, aunque había grupos pequeños de la armada
izquierda presente en la Argentina y que estuvieron creciendo durante los años
setentas, la mayoría de las víctimas durante este periodo no estaban armadas.
De hecho, algunas no eran de la izquierda.

La manera en que
la dictadura buscó llevar a cabo su “lucha contra la izquierda” era con el
asesinato sistemático, el secuestro, y la tortura de miles de personas en la
Argentina, usando campos de concentración para hacer muchos de sus acciones.
Las personas que fueron asesinados o secuestrados están conocidos como “los
desaparecidos” porque la mayoría de los cuerpos y las personas no han sido
encontrados. Los militantes muchas veces pusieron los cuerpos en fosas comunas
o los dejaron en el Río de la Plata. El hecho de que estas personas durante el
tiempo desaparecían y que nadie sabía donde se estaban, impuso un gran terror
en la sociedad Argentina.

Este terror que
fue profundo en la sociedad Argentina entre 1976 hasta el regreso de democracia
en 1983 fue un éxito del proceso de la dictadura. Los efectos que tuvieron en
la sociedad fueron lo que el proceso quería lograr: que las personas en la
sociedad tuvieran demasiado miedo para luchar contra la dictadura y que fuera
subversivo a las políticas de la dictadura. Había un gran temor en la sociedad
Argentina en que las personas se sintieron que no pudieran hablar contra la
dictadura, pensando que posiblemente ellos serían la próxima meta de la
dictadura. Esto implica que el genocidio según Feierstein, cabe en la
descripción de una “genocidio reorganizador” en que se busca quebrar los lazos
de la sociedad para reorganizar y controlar a la gente según sus propios
creencias y modalidades.

Una modalidad
que la dictadura usó para imponer el temor en la sociedad era el secuestro de
personas por algunos días o meses, su colocación en los campos de concentración
donde estaban subjetivos a tácticas de tortura, y después su regreso a la
sociedad. Los cinco grandes conjuntos de técnicas que usaron en los campos de
concentración eran la eliminación de identidades, percepciones, y movilidad, y
la infantilización y animalización de las personas. Esto, conjunto con el uso
de otos tormentos, las personas que eran sujetos a este tipo de trato
obviamente eran muy afectados. Ellos próximamente regresaron a la sociedad,
donde su presencia y temor tenía un efecto con en el resto de la sociedad. Para
dar una idea de las atrocidades que ocurrieron, acá está un extracto de un
testimonio de Elena Alfaro, quien fue secuestrada en 1977:

 

“Mi secuestro
está relacionado con el secuestro de mi compañero, Luis Alberto Fabbri (mismo
domicilio que yo) dirigente sindical y Director del diario
"Respuesta", que fue secuestrado ese mismo día.. Diciéndome que era
llevada a un lugar donde tenían a mi compañero, soy arrojada violentamente al
piso de un automóvil…

Durante el
trayecto me tapan los ojos con una tela adhesiva. Llegados a un lugar que luego
logro identificar como el local de torturas del "Vesubio" (que llaman
"enfermería"). Allí me hacen presenciar la tortura de mi compañero.
La "enfermería" constaba de varias salas de tortura; desde la que
estaba yo, reconocí los gritos y gemidos de otra personas, que yo conocía a
saber: Rodolfo Goldin, Daniel Ciuffo y su Compañera Catalina Oviedo de Ciuffo y
Mario Sagroy. Me llevan a otra sala de torturas, donde me atan de pies y manos
sobre una tabla con bastidor metálico llamada "parrilla". Me torturan
con picana eléctrica, sin preguntarme nada y, ante mis gritos diciendo que
estaba embarazada, decían que iban a matar a mi hijo. En la tortura también
utilizaron golpes de puño y porra de goma, latigazos y quemaduras de
cigarrillos (actualmente sufro secuelas de las torturas habiendo sido operada
cinco veces del brazo y mano izquierda)..

Las
violaciones a las mujeres eran una práctica corriente en este campo. Yo misma
fuí violada por Durán Sáenz, jefe del campo, estando embarazada de 4 meses y
siendo evidente mi estado de gravidez…”

(Testimonio: Elena Alfaro)

 

            El
regreso de personas como Elena Alfaro a la sociedad tenía un efecto enorme en
la sociedad. La dictadura usó esta 
manera de terrorismo para que pudieran poner “el orden” de la sociedad.
También, los que no regresaron a la sociedad, los “desaparecidos” tenían tanto
efecto que las personas que regresaron, porque “una desaparición encubre la
identidad de su autor. Si no hay preso, ni cadáver, ni víctima, entonces nadie
presumiblemente es acusado de nada” (La dictadura Militar en Argentina
). Esto puso más temor en la sociedad argentina

Es citado que en
total durante el periodo de 1976 hasta 1983, 30,000 personas estuvieron
asesinados bajo de la dictadura (Amnesty International)
. Es posible que miles de estas personas fueron eran secuestrados
por algunos días y regresaron a la sociedad sin decir nada. Sin duda, la
sociedad entera en Argentina fue y ya está muy afectada por los hechos
ocurridos.  En 1983 democracia fue
rectorada en la Argentina, con la presidencia de Raul Alfonsín. Pero aunque
esto fue el fin de la dictadura, el temor de la sociedad ha seguido. Todavía
hay grupos como los de las Madres de la Plaza de Mayo, que están buscando de
sus queridos que desaparecieron durante la dictadura.

 

 

 

 

Obviamente, los
efectos del bosquejo de exterminación y persecución de la dictadura todavía
están presente. Todavía hay juicios contra figuras que hicieron estos delitos,
personas buscando por sus queridos, y millones de personas con la memoria de la
dictadura

Los hechos
ocurridos, en realidad, son  muy
reciéntes. Mi interés en los rasgos del genocidio presente en la sociedad
empezaron durante un clase del profesor Feierstien, en donde l habla sobre la
relación entre la atomización de la sociedad y como muchos aspectos de la
sociedad son resultados del genocidio. A este respeto, él dice:

“La
‘reorganización nacional” buscaba precisamente lo que hoy nos encontramos: que
la sociedad estuviera atomizada en infinidad de reclamos individuales, en miles
de caracterizaciones imposibilitadas de dialogar entre sí, en multiplicidad de
identidades, encerradas en sí mismas, encapsuladas en su mero interés
corporativo, incapaces ya no de indignarse sino siquiera de darse por enterados
de las necesidades del otro…” (Análisis de las Prácticas Sociales Genocidas)

Ya he visto la atomización durante mi
tiempo acá, especialmente al respecto de los políticos. Me interesó mucho
escuchar la hipótesis del profesor Feierstie que esto es lo que la dictadura
quería lograr, y que el genocidio tiene mucho efecto al respecto.

En este contexto
hice las entrevistas. Tuve la opinión de un experto en el sujeto. Quería ver
que personas acá piensan. Así que entrevisté a Ramón Moller, un tipo de 45 años
para escuchar sobre sus experiencias durante la dictadura y para ver que él
piensa sobre el efecto que está presente todavía en la sociedad. También
pregunté a algunos jóvenes al respecto, para ver que piensan. Los opiniones son
muy amplias. Hablé con una persona que experimentó la dictadura y el temor,
quien perdió dos primos durante en genocidio. Y también entrevisté a jóvenes,
quien no vivieron  durante la
dictadura, y quienes no han aprendido sobre el genocidio en el colegió, sino
solamente sobre la dictadura en una manera “suave”. Las diferencias entre sus
opiniones sobre la sociedad hoy son muchas y diversas.

El video de mi
entrevista es con Ramón. Quiero mostrar como son sus experiencias y como él
tiene muchas opiniones sobre el tema y el efecto que existe en la sociedad. Las
entrevistas con  los jóvenes son
muy interesantes, pero en una manera muy diferente con la de Ramón. Me parece
increíble que estos dos jóvenes a quienes entrevisté, bien educados, uno con un
padre quien era involucrados con los Montaneros (grupo de la izquierda durante
la dictadura), eran muy agnósticos sobre el tema del genocidio. Hablando con
ellos, no había una pasión cuando estaban hablando. Tampoco tenían interés.
Ellos dijeron que obviamente hay una influencia en la sociedad, pero no piensen
que es tan grande como mis profesores ni Ramón piensan. No pudieron pensar en
un aspecto especifico en la sociedad donde piensen que hay un afecto muy
grande. Y, cuando yo leí la cita de mi profesor (ya mencionada en este ensayo)
y algunos otras, ellos no estuvieron de acuerdos y pensaron que son exageraciones.

Puede haber un
montón de razones por que sus opiniones son tan diferentes a las de Ramón y mis
profesores. Pero, pienso que seguramente hay una conexión con su edad. Porque,
los jóvenes no experimentaron el genocidio como los otros. Y porque, aunque
saben sobre el genocidio, nunca pudieron experimentar el temor y el sentimiento
de perder a alguien durante la dictadura; nunca vieron el efecto directo de
directamente. Pienso que esto tiene un significante afecto en sus percepciones
muy pasivos.

Personalmente,
después de haber estudiado sobre el genocidio acá en Argentina, pienso que ha
tenido un enorme efecto en la sociedad. Es obvio de mis entrevistas de los
jóvenes que no todos piensan lo mismo, o no piensan en lo mismo impacto. Con
las entrevistas descubrí algo nuevo y estoy más educada sobre la sociedad
Argentina. También, pienso que esta tipo de educación sobre los hechos
ocurridos  son muy importante para
que algo parecido no pase otra vez. Espero que mi ensayo y mi video puedan
enseñar a alguien sobre el genocidio en Argentina porque es un tema muy
importante, no solamente para los argentinos, pero también para otras personas
en de todas partes del mundo.

 

Bibliografía

 

“Argentina’s dictatorship stands trial” New York Times. 14 agosto http://www.nytimes.com/glogin?URI=http://www.nytimes.com/2006/08/20/world/americas/20argentina.html&OQ=_rQ3D1&OP=3405a343Q2F8qJb8Q7EV_kvVV6I8IQ24Q24T8Q24i8IQ248qVvWQ7E8Q60Q2BJvg_Q60k8IQ24Q60veJU6gUQ60mH6Q2BW

 

Conadep. Nunca Más. Eudeba,
octubre 2006

 

Feirstein,
Daniel. Análisis de las Prácticas Sociales Genocidas.
Fondo de Cultura Económica, 2007

 

 

“La
dictadura militar en Argentina”. Ministerio de Educación, Ciencia y Tecnología

Subsecretaría de Coordinación Administrativa. http://www.me.gov.ar/efeme/24demarzo/dictadura.html

 

Testimonio: Elena Alfaro. 
http://www.desaparecidos.org/arg/testimonios/

 

Documentos oficiales de testimonios. http://www.gwu.edu/~nsarchiv/NSAEBB/NSAEBB73/761004dos.pdf

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19 Noviembre 2007

Joleen Soares- La pobreza de Tucuman vista en mi vida cotidiana y los pasos efectuar un cambio

Para efectuar un cambio en algo hay que saber el pasado o sea la
historia de dicha cosa para ver de donde vino, lo que ya fue hecho a cambiarla
o aumentarla por tanto poder hacer los pasos más apropiados. La pobreza fue y
siempre será una parte de la historia y la cultura de Tucumán. Desde el crisis
que ocurrió a Tucumán en la década de '60 y también de nuevo 2001, Tucumán
nunca ha sido la misma. Se creó que durante la década del '90 había una falsa
ilusión de bienestar, “primer mundista” pero no fue así en la mundo real y las
fuertes crisis y políticas de ajuste constantes generaron situaciones cada vez
más graves y este fue parte de la razón para el acontecimiento de nuevo en el
fin del año 2001. La historia atrás de este crisis proviene del sector
azucarero y la
quiebra de este sector la cual dejó muchas personas sin trabaja. También había el
cierre de un importante número de pequeñas y medianas unidades económicas
agrícolas, comerciales, de servicios ingenios, varios de ellos localizados en
las cercanías de la ciudad y los procesos de desindustrialización es en cierto
sentido, el paradigma de la realidad en que se están despertados los argentinos
(Peñalvo).

Sin embargo, con un impacto de tal magnitud es cierto que nadie fue
dejado ileso. Entre el año 2002, en Octubre, existió en Tucumán condiciones de
pobreza cerca de ciento cuarenta mil niños de hasta cinco años (79.3%) casi
1700 niños de seis hasta doce (87%) más de ciento deis mil adolescentes de
trece hace dieciocho (81.1%) y más de ciento veintitrés mil jóvenes de
diecinueve hasta veinticuatro (Pérez, 22). El desempleo y con el nivel de
crecimiento del país, con el incremento del trabajo y precario y con la caída
de los salarias nominales, la crisis arrojó a la pobreza a 2,5 mil de personas
en solo cuatro meses, entre Enero y Abril de 2002. Había 56% de los argentinos
vivían por debajo de la línea de la pobreza. Así que, aun los niños sufrieron y
aún más en el año 2004 cuando otro crisis ha pasado debido a la falta de
comida, muchas niños ,como millones de niños y niñas, debajo del edad de cuatro
o cinco años murieron.

Después este crisis trágico el gobierno ha creado y iniciado muchos
planos y programas diferentes para
ayudar su gente. Aun hasta este día, hay planas todavía en efecto para mejorar
la vida de los argentinos en los cuales el gobierno espera ver un cambia en el
año 2010 y 2015. Por ejemplo esperan a “Bajar la tasa de desempleo al 8% en el
2010 y al 7% en 2015; 15.000 desempleados menos en el 2010 y 30.000
desempleados menos en el 2015; Bajar la tasa de empleo no registrado al 43% en
el 2010 y al 33% en el 2015; 26.000 trabajadores en negro menos en el 2010 y
73.000 menos en el 2015”
(www.tucuman.gov.ar). Hay otros programas también como La Organización Internacional del
Trabajo cual fue creada en 1919, al término de la Primera Guerra Mundial,
cuando se reunió la Conferencia de la Paz, primero en París y luego en
Versalles.
Francis
Blanchard, el ex Directo (OIT) dijo que “el punto crucial del problema del
empleo en el mundo en vías de desarrollo radica así en la elevada proporción de
mano de obra que percibe ingresos inadecuado”, para advertir: “los problemas
del empleo y de la pobreza son, pues, inseparables.” Ellos trabajan también
para hacer un cambio en la política, que pienso es un lugar bueno empezar,
desde que hay generalmente mucha corrupción dentro del gobierno. El programa
Jefes y Jefes de Hogar fue un de los programas de cual yo vi la más referido a
dentro de mis fuentes. Este programa, como uno de las políticas utilizada para
enfrentar la problemática de las familias afectadas por la desocupación,
aparece en el marco de la emergencia ocupacional nacional, medida tomado en
virtud del mandato del articulo 99 inc.3 de la constitución nacional (Pérez,
57).

Habiendo hecho una investigación pequeña en la historia de Tucumán yo
pensé que sería buena empezar con la investigación. Yo quise entrevistarse con
el señor que vivió en la misma calle que yo pero al principio tenía miedo.
Después 2 días de pasar cerca de él sin diciendo nada a él y él preguntándome
para plata, el tercero día, fui a su lado y empecé a charlar con él y lo dije
acerca de mi proyecto y yo lo pregunté si podría ayudarme, pero él me dijo que
no. Yo fue impresionada. Él me dijo que fue enfermo y por eso no trabaja. Yo
básicamente lo rogué ayudarme, pero dijo no todavía. Él estaba diciendo, “Yo
digo nada, yo digo nada”. Él me hizo me siento mala como si hacía algo mal.
Pero después, comencé a recordar lo que uno de mis amigos me había dicho acerca
de cómo las personas de aquí, ellos no quieren trabajar, toda quieren es plata.
Y este me recordó de la gente de Jamaica, son iguales allá. Todos quieren plata
y ninguno quieren trabajar para la plata, pero es peor allá, porque a veces
ellos roban a aquellos que tienen. Y un gran parte del tiempo, ellos son
perfectamente sanos, pero son tan perezosos que ellos preferían más bien venir
por su coche y le ruegan para dinero, y hay algunos que limpiarán su parabrisas,
pero todavía tienen más capaz de hacer mucha más con sus vidas. Pero yo no me
permití estar desanimada por esta desdicha así que continué el proyecto. Y
entre pocos días yo encontré a otra personas que estuvieron dispuestas
ayudarme. El primero fue Dante de 30 pico años, luego Claudia tiene 35 años y
finalmente Jonathan tiene 11 años, todos los cuales viven en la misma región
que yo.

De los tres solo uno vivió en las calles, este fue Claudia, una madre
soltera con 4 hijos. Ella me dijo que desde ella tenía 6 años vivía en las
calles. Dante me dijo que cambia mucha los lugares donde vive, pero no vive en
las calles y Jonathan tampoco vivió en las calles. Encontré al Dante en el
peatonal del centro lo cual está entre las calles Muñecas y Mendoza, a la
Claudia afuera del supermercado preguntando a la gente quien estaba entrando el
supermercado para comprar algo para ella, [yo fui una de la gente] y al
Jonathan a en la casa porque él siempre vine a la casa preguntando para plata,
agua o comida. Por tanto, lo que yo pensé sobre esas persona fueron
equivocados.

Yo pensé que Jonathan fue un chico quien vivió en las calles pero a
preguntarlo yo averigüé que él vivía en una casa con su familia de 9, y dentro
la investigación que yo hice, hallé que existen dos tipos de chicos: “Chico de
la calle” y “Chico en la calle”. Los primeros son los que viven en las calles
muchas veces porque se fugaron de sus casas y mantienen con su familia
contactos esporádicos o menos. Mientras los segundos son los que trabajan y
permanecer en la calle, a veces acompañados por adultos, regresan al hogar para
dormir, mantienen vínculos familiares más sólidos y sus ingresos sirven para el
abastecimiento de sus familias (Sánchez, 38). Por tanto, Jonathan sería adentro
el grupos “chicos en la calle” desde vive en una casa.

Yo empecé este proyecto pensando que la información que yo encontraría
estaría muy triste porque a mi, el tema de la pobreza es algo triste y es uno
de los problemas que cada país tiene que luchar en contra de cada día, y no es
una lucha tan fácil. Pero dentro de la investigación la que hice, hallé que no
es todo mal. Las vistas que yo tenía sobre la gente dentro de mi cuidad fueron
equivocadas. Todos me parecieron ser feliz con su vida ahora. Puede ser que
esas personas no son el norma, pero estoy feliz con los resultados que obtuve.
Todos me dijeron que sí, piensan que son pobre, pero su vida ahora es buena;
ellos están viviendo en los días mejores de sus vidas ahora. Y ninguna tenía
una cara de tristeza, cual me ayudó sentir relajada en su compañía.

Cuando preguntado si ellos recibieron ayuda de cualquiera todo dijo que
sí. Dante recibe ayuda de su familia y Claudia también dijo que su familia la
ayuda además de la iglesia. Jonathan dijo que solo Lucila, (la madre de mi
familia acá) ha tratado ayudarle. Cuando preguntado quien fue el culpable
Claudia echa la culpa al gobierno, Jonathan echa la a las calles y Dante dijo
que nadie es el culpable. [Vea el anexo para más información]

En Tucumán hay algunas compañías quienes meta es ayudar a la gente como
este grupo y a otras con situaciones diferentes, una se llama la Fundación
Manos Abiertos la cual encontré durante la investigación y por supuesto la
compañía en cual yo trabajo como voluntaria, se llama la Fundación LEON. La
Fundación Manos Abiertos es una entidad no gobernaren tal sin fines de lucro
que trabaja con niños en situación de calle y con familias atravesadas por la
pobreza y la exclusión social. Entre la Fundación LEON hay dos ramas en cual
trabajé: El Programa Matías y El Programa Lucia o el banco de los pobres. El
programa Matías trabaja con los niños que quizás tengan los asuntos del
abandono y tratan de ser una fuente del motivo para ellos proporcionándolos con
talleres diario de la semana. El programa Lucia tiene el objetivo de contribuir
a mejorar la calidad de vida de las personas con bajos recursos a través del
otorgamiento de microcréditos.

Y finalmente pero no el menos, hay el Centro de adaptación y reubicación
animal (CENARA) cuya meta es de ayudar los animales en la calle sin hogares. Ellos
tienen el derecho de quitar animales de la calle si a ellos parecería mejor
para el animal, pero ellos sólo pueden tomar tanto como ellos pueden porque el
espacio es limitado en el albergue, así que cuando las perras y las gatas
tienen sus cachorros, ellos los traen al peatonal o la Plaza Independencia y
los regalan a los que buscan animales adoptar y para los perros y gatos más
grande, presentan fotos de ellos así que ellos no son dejados fuera. Y adentro
el albergue proporcionan el alimento, agua, y hogares para los gatos y los
perros sin hogares. También hay uno veterinario quien vine cada para dar
medicina a los animales enfermos y también a los cachorros.

Yo elijé todos estos sujetos debido a la influencia que tienen en mi
vida cotidiana acá en Tucumán. Un día yo querría ser una veterinaria y con
suerte encontré a Liliana, una de los personas quien trabaja con el albergue y
con el CENARA, en el peatonal así que trabando con este grupo será una gran
influencia en mi elección ser veterinaria y ahora en Tucumán soy oficialmente
defensor de los animales y una miembro de la Asociación de Defensa al Animal –
Personería Jurídica 181/05 (A.Def.A), y hay que aprovechar cuando la
oportunidad se presenta y es la misma con todos estas programa cuales presento
a usted ahora. Todos estos programas están listos y dispuestos ayudarles a las
personas quienes la necesitan. Para concluir, digo que no todo que piensa sobre
la vida de alguien es que piensa, y lo que piensa es malo no quizás sea malo, porque
la felicidad existe en todas formas y tamaños, y dando una mano que puede
ayudar alguien mucho más que piensa sería posible.



Bibliografía:

  1. Peñalva, Susana y Rofman,
    Alejandro, Desempleo estructural,
    pobreza y precariedad: Coordenadas y estrategias de política social en la
    Argentina y América Latina. Centro de Estudios Urbanos y Regionales
    (Ceur); Ediciones Nueva Visión Buenos Aires, 1996 por Ediciones Nueva
    Visión SAIC, Tucumán 3748

  1. Pérez, Irma Natalia;
    Universidad Nacional de Tucumán, Facultad de Filosofía y Letras Carrera:
    Licenciatura en Trabajo Social, “El Operativo rescate como estrategia de
    acción para combatir la desnutrición infantil en la provincia de Tucumán”

  1. Sánchez Fabiana Grises, Dir.
    Ernesto Max; Universidad Nacional de Tucumán, Facultad de Filosofía y
    Letras, Carrera: Licenciatura en Trabajo Social, “La Problemática de los
    niños en situación de calles en San Miguel de Tucumán” “Aproximaciones
    desde el Trabajo Social”, Trabajo Final Tesis, 2004

  1. < http://www.fundleon.com.ar>

  1. <http://www.grameen.org.ar>

  1. <http://www.tucuman.gov.ar/ledes/Objetivo4.htm>

  1. <http://www.ilo.org/public/spanish/about/history.htm>



Anexo

Preguntas:

1.
¿Qué
es su historia?

2.
¿Vive
en las calles usted? Y si sí, ¿Cuán largo ha estado usted en las calles?

3.
¿Tiene
usted una familia?

4.
¿Había
habido un tiempo en su vida cuándo cosas fueron mejores que ellos ahora?

5.
¿Ha
tratado cualquiera ayudarle?

6.
¿Piensa
que hay una razón para su situación? Es decir quién es el culpable.

7.
¿Hay
algo especial usted querría?

8.
¿Qué
piensa pasará en el futuro de su vida?

Repuestas

Dante:

  1. Nací en Tucumán; 30 pico años.
    Mi vida es llena de muchos viajes a Bolivia, a Chile, en los lugares
    diferentes del Sur América. Mi historia es llenado de la música, como
    música étnica, música filosofía del estudio, italiano y mucho más. Hace 4
    meses que he estado en esta calle tocando el Pantam
  2. No vivo en las calles pero
    siempre vivo en algún sitio diferente como en un departamento, la casa de
    su familia o de unos amigos o en los montanas.
  3. No tengo mi propio familia como
    hijos, pero tengo hermanos y padres.
  4. El mejor tiempo de mi vida esta
    pasando ahora. Estoy feliz y muy intenso.
  5. El agua trabaja de Ander
  6. No repuesta
  7. Estar cerca con Dios
  8. El futuro es lo que era. Vivo
    en este ahora, un día después el otro

Claudia:

  1. Ando en la calle y no tengo
    trabajo. Tengo 35 años y soy madre soltera con 4 bebes, por eso no tengo
    el tiempo tener un trabajo.
  2. Sí, vivo en las calles, desde
    tenía 6 años
  3. Sí tengo familia
  4. Ahora son buena. Ahora tengo ayuda y por eso
    son las mejores ahora
  5. La iglesia sí, se llama Cerrado
    Corazón. El gobierno no me ayuda.
  6. El gobernar que tenemos ahora
  7. Que mis hijos andan bien a
    través Dios
  8. El mismo

Jonathan:

  1. Tengo 11 años y estudio. Estoy
    en el séptimo grado ahora.
  2. No, vivo en la calle Bolivia
  3. Sí, tengo 7 hermanos y vivo con
    mi mamá quien trabaja y mi abuelo quien trabaja en la pescadería. No tengo
    papá.
  4. Soy pobre pero la vida es linda
  5. Nadie salvo la señora con quien
    vives
  6. Las calles
  7. Nada
  8. Quiero ser futbolista



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16 Noviembre 2007

Cultura y Politica del Tabaco en Argentina

Para un Estado Unidense entrando en Buenos Aires hay algo que se percibe inmediatamente: la gente fuma…y mucho. Los fumadores son viejos, jóvenes (y ocasionalmente hasta niños), mujeres, hombres, profesionales, obreros, ricos, pobres, empresarios, doctores, atletas, modelos y se fuman en coches, en bares, afuera de los edificios de oficina, en las universidades, afuera de las secundarias, en la calle, en restaurantes con un cartel de “Prohibido fumar” a la entrada, etc. La deducción inmediata es suponer que se fuma más en Argentina que en Estados Unidos. Las estadísticas respaldan esa deducción. Según el National Center for Health Statistics (Centro Nacional de Estadísticas de la Salud), en Estados Unidos el 25.2% de los hombres y el 22.6%[1] de las mujeres consumen cigarrillos mientras en Argentina el 46% de los hombres y el 35%[2] de las mujeres lo hacen. Esto equivale a uno de los tres países de consumo de cigarrillos más alto por persona junto con Uruguay y Chile.[3] La pregunta obvia es ¿Cómo es qué una actividad que es vista tan mal en los Estados Unidos es tan común y aceptable en Argentina? Las respuestas son muchas y todas son debatibles pero hay dos razones generales que resaltan de entre todas: la importancia de la producción del tabaco en el país y la relación entre el cigarrillo y la vida social. Obviamente estas posibles razones no terminan por explicar el fenómeno del consumo de tabaco en Argentina, pero resultan interesantes como un análisis político, económico, y social de un aspecto interesante de la vida en Buenos Aires

Cuando le preguntaba a la gente porque creían que Argentina tenía un índice tan alto de fumadores, me daban todo tipo de respuestas que embarcaban aspectos físicos, sociológicos, y psicológicos. Un día un chico simplemente me dijo “Porque producimos mucho tabaco.” Como mi enfoque hasta entonces había sido la explicación sociológica del acto de fumar, no había considerado esta idea. Sin embargo, cuando se hace la conexión entre la producción del tabaco, las compañías tabaqueras, y las acciones gubernamentales en relación a este producto, se puede trazar una línea de causa y efecto entre la producción local del tabaco y su consumo.

Argentina es el doceavo productor más grande de tabaco en el mundo. La mayoría de este tabaco es producido por muchos campesinos con terrenos relativamente pequeños en las provincias del norte del país. En primer lugar esto significa que los cigarrillos son muy baratos en todo el país y por lo tanto son disponibles a la mayoría de la población. En segundo lugar, tendríamos que considerar que los ingresos anuales por la exportación de tabaco son de US$160,000,000.[4] Obviamente esto significa que el tabaco es un producto importante para la economía Argentina. Además, aparte del dinero que entra en la economía a través del consumo y exportación de tabaco, el gobierno recibe dinero de los impuestos de los cigarrillos que en el 2005 formaban el 70% del precio de cada caja.[5] A la vez es importante notar que el 90% fabricación de los cigarrillos esta controlada por dos empresas Estado Unidenses, así que mucho del dinero termina saliendo del país.[6] De cualquier manera, como la economía Argentina, y en especial los miles de campesinos que trabajan produciendo tabaco en las zonas del norte, depende en parte del consumo del tabaco, es lógico que el gobierno no se va a esforzar demasiado por reducir los niveles de consumo.

El gobierno Argentino a impuesto algunas restricciones sobre la publicidad del tabaco. Por ejemplo, solo se puede hacer publicidad en la radio y la televisión a ciertas horas. Sin embargo, las estadísticas demuestran que el gobierno no hace todo lo posible por asegurar que están leyes se cumplan. [7] Un ejemplo extremo que demuestra la superficialidad de los “esfuerzos” del gobierno por reducir el consumo del tabaco es que en 1986 se aprobó la ley 23344 que establecía restricciones sobre la publicidad del tabaco y hacia mandataria la inclusión de una advertencia en las cajas de cigarrillos, pero en el momento no se establecieron consecuencias penales contra la violación de la ley.[8] Similarmente, las advertencias en las cajas de cigarrillos son mas pequeñas de lo que deberían ser según la “Framework Convention” firmada por Argentina. [9] Si el gobierno nacional no se muestra muy dispuesto a establecer leyes estrictas contra el tobacco, no debe resultar sorprendente que no invierta mucho dinero o esfuerzo en campañas anti-tabaco, una diferencia con Estados Unidos que es tan innegable como el consumo del cigarrillo en si mismo.

A pesar de todo esto, cada día hay mas evidencia de que el gobierno comienza a hacer un esfuerzo en serio por reducir el consumo del tabaco. El Ministerio de la Salud a aumentado sus esfuerzos al igual que varias ONGs como la Unión Argentina Contra el Tabaco. Tal vez esto sea porque el gobierno se ha dado cuenta que son más los gastos médicos causados por el tabaco que el ingreso de los impuestos sobre este.[10] A nivel local, los gobiernos han implementado varias leyes prohibiendo el consumo de cigarrillos en lugares públicos. La ley 1799 (2006) en Buenos Aires prohíbe fumar en la lugares públicos de menos de 100 metros cuadrados y medidas similares han sido tomadas en otras ciudades y provincias. [11]

Muchos investigadores creen que las leyes prohibiendo los cigarrillos en lugares públicos podrían tener un gran impacto en el consumo de tabaco en el país precisamente porque fumar es considerada una actividad muy social. Todos sabemos que las compañías tabaqueras hacen un gran esfuerzo por promover el acto de fumar como un acto social, especialmente entre la juventud. Como en Argentina hay menos regulaciones contra este tipo de publicidad, se puede entender porque esta imagen del cigarrillo persiste. Un estudio revelo que la gente que fuma “socialmente” tiende a no identificarse como “fumador” y por lo tanto no aplica los riesgos del cigarrillo a si mismo.[12] Esto hace que la gente no sienta la necesidad de parar de fumar y siga comunicando la imagen de “fumar socialmente” a los más chicos. Como muchos fumadores me han dicho, el cigarrillo puede actuar como un medio para conocer gente y hacer nuevos amigos a través del acto do pedir “fuego” o un cigarrillo. Cuando alguien fuma socialmente, se establece una relación en su cerebro entre el cigarrillo y un ambiente social, creando un ciclo difícil de romper.[13] En un estudio sobre el consumo de tabaco de estudiantes universitarios Estado Unidenses se encontró una relación fuerte entre el consumo de alcohol en grupos y el consumo de cigarrillos, reesforzando la asociación entre el cigarrillo y las convivencias entre personas.[14] Si hay algo que se puede decir de Buenos Aires es que es una ciudad muy social: los restaurantes, los cafés, y los bares siempre están llenos y en los fines de semana la gente no regresa a casa hasta las siete de la mañana. Todo esto crea el ambiente perfecto para que las compañías tabaqueras implanten la imagen del cigarrillo como un medio para las conexiones sociales. Ya que esta imagen esta implanta se convierte parte de la cultura de una ciudad y la adicción física hace que el consumo de tabaco aumente en general.

Las películas de los años 50s demuestran que esta cultura de fumar fue una realidad en Estados Unidos por mucho tiempo, aunque ahora no lo sea. Entonces la pregunta seria si esto es lo mismo que ocurrirá en Argentina. Las estadísticas demuestran que se fuma más en los países del “tercer mundo” lo que indicaría que una baja en el consumo de tabaco podría ser parte del desarrollo de un país.[15] Hay evidencia de que esto esta pasando en Argentina pues en el 2005 el consumo de tabaco bajo por primera vez después de subir continuamente por 50 años.[16] No cabe duda que las campañas anti-tabaco, las leyes contra su consumo en lugares públicos, y el precio alto de los cigarrillos ha tenido un impacto notable en el consumo de tabaco en los Estados Unidos y lo lógico seria que lo mismo pasara en Argentina. Es indudable que si estas medidas siguen siendo implementadas, podrían reducir el consumo, pero seria una batalla contra la imagen social que va asociada al consumo de tabaco en esta ciudad. En mi entrevista les pregunte a los chicos si creían que el consumo de tabaco bajaría en Argentina como lo hizo en Estados Unidos y ambos dijeron que no: “Lo que pasa es que la gente de aca…tiene una manera de pensar muy particular” dijo Valeria. Si es así, cambiar la actitud hacia el cigarrillo podría resultar más complicado que lo fue en Estados Unidos.




[1]“Solve your problem.” 10 Noviembre, 2007. <http://www.solveyourproblem.com/quit-smoking/effects_of_smoking.shtml>

[2] Hajek, Peter y Luis Wehbe. “Smoking and Smoking Cessation in Argentina.” Advancing Science & Health. Aug/Sept 2005, Volume 11, Number 3. 9 Noviembre, 2007. <http://www.srnt.org/pubs/nl_08_05/index.html>

[3] “Product Coverage Executive Summary” Euromonitor. Diciembre 2006. 10 Noviembre, 2007. <http://www.euromonitor.com/Tobacco_in_Argentina>

[4] Hajek, Peter y Luis Wehbe. “Smoking and Smoking Cessation in Argentina.” Advancing Science & Health. Aug/Sept 2005, Volume 11, Number 3. 9 Noviembre, 2007. <http://www.srnt.org/pubs/nl_08_05/index.html>

[5] Hajek, Peter y Luis Wehbe. “Smoking and Smoking Cessation in Argentina.” Advancing Science & Health. Aug/Sept 2005, Volume 11, Number 3. 9 Noviembre, 2007. <http://www.srnt.org/pubs/nl_08_05/index.html>

[6] “Product Coverage Executive Summary” Euromonitor. Diciembre 2006. 10 Noviembre, 2007. <http://www.euromonitor.com/Tobacco_in_Argentina>

[7] Ibid

[8] “Smoking in Argentina” Wikipedia. 10 Noviembre, 2007. <http://en.wikipedia.org/ wiki/Smoking_in_Argentina>

[9] Hajek, Peter y Luis Wehbe. “Smoking and Smoking Cessation in Argentina.” Advancing Science & Health. Aug/Sept 2005, Volume 11, Number 3. 9 Noviembre, 2007. <http://www.srnt.org/pubs/nl_08_05/index.html>

[10] “Smoking in Argentina” Wikipedia. 10 Noviembre, 2007. <http://en.wikipedia.org/ wiki/Smoking_in_Argentina>

[11] “Smoking in Argentina” Wikipedia. 10 Noviembre, 2007. <http://en.wikipedia.org/ wiki/Smoking_in_Argentina>

[12] Rollins, Schaelene et.al. “Exploring the Phenomenon of Social Smoking – Why do so many young adults socially smoke?” Hilton San Francisco Powell A & B (90). 20 Noviembre, 2002. 10 Noviembre, 2007 <http://ncth.confex.com/ncth/2002/techprogram /paper_6297.htm>

[13] Moran, Susan, MD. Et. al. “Social Smoking Among US College Student.”10 Noviembre, 2007. <http://www.netdoctor.co.uk/smoking/psychologicalinfluences_000 509.htm>

[14]Ibid.

[15] “Smoking Statistics in the United States of America.” 10 Noviembre, 2007. 11 Noviembre, 2007. <http://smoking.ygoy.com/smoking-statistics-in-united-states-of-america/>

[16] “Product Coverage Executive Summary” Euromonitor. Diciembre 2006. 10 Noviembre, 2007. <http://www.euromonitor.com/Tobacco_in_Argentina>


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15 Noviembre 2007

Julia Deixler Trabajo Final: Las Madres de Plaza de Mayo

Julia Deixler
Cuaderno Latinoamericano
15 de Noviembre, 2006

Las Madres de Plaza de Mayo:
La memoria de ayer y la acción de hoy

“La Asociación Madres de Plaza de Mayo se niega a reconocer la muerte de nuestros amados hijos. Ellos están desaparecidos para siempre. Seguimos dándole vida en cada casa, en cada escuela que construimos en los barrios, en cada cátedra de la Universidad, en cada página del periódico, en cada programa de la radio, en cada libro que editamos, en cada minuto de la prensa Madres.”
—Hebe Bonafini, Presidenta de Asociación de Madres de Plaza de Mayo (madres.org)

En el 24 de marzo de 1976, después de años de lucha violenta para el poder político, una junta militara, dirigido por el General Jorge Rafael Videla, asumió el poder en la capital de Argentina. Los tres líderes y su junta de fuerzas armadas implementaron su “Proceso de Reorganización Nacional,” un estado de terror en el cual miles de personas fueron detenidos ilegalmente, torturados y fusilados. El gobierno realizó un proceso brutal de capturar y matar sistemáticamente supuestos miembros de la oposición política. Esto incluyó sacar los niños de los secuestrados y entregarlos a padres adoptados, usualmente miembros de las fuerzas armadas o amigos de ellos. La junta no discriminó en su régimen de la desaparición forzada de los víctimas: capturó todos tipos de gente, hasta lo más inocente. La sociedad fue suprimida en temor y silencio. Nadie hablé del tema ni fue a consolar a las familias de los victimas. La Argentina se transformó en un verdadero estado de terror (Femenía, 1987.)

No obstante, unas mujeres, relativas de los desaparecidos, sí tuvieron
el valor y la motivación de hablar claro, y sin miedo. La Asociación de Madres de Plaza de Mayo empezó como un grupo de madres valientes cuyas metas fueron encontrar repuestas sobre sus hijos desaparecidos y llamar la atención a las atrocidades realizadas por el gobierno. En el jueves, 30 de abril, 1977, unas individuas realizaron una manifestación en frente de la Casa Rosada en la Plaza de Mayo. Exigieron que el General Videla hablara con ellas y tomara la responsabilidad para sus acciones violentes e ilegales. En el momento esperaron repuestas de sus preguntas: ¿Qué pasó con sus hijos? ¿Dónde están? ¿Quién es responsable? Su acto a despecho del gobierno fue especialmente valiente porque ellas entraron la batalla solas. En un artículo de opinión del diario Página 12, Eduardo Aliverti escribió que, en sus primeras marchas en la Plaza de Mayo, las Madres fueron
Solas contra todos. ¿Contra todos los milicos? No, contra toda la sociedad. Las Viejas Locas. Significaban una máxima expresión de reclamo y valentía. ¿A quién representaban? Virtualmente a nadie, por fuera de sus hijos (Aliverti, 2007).

Esto fue el signo de su sacrificio. Marchaban por sus propias familias, sí, y preguntaron sobre los paraderos de sus propios hijos. Pero con el paso de tiempo, su lucha llegó a ser una lucha para las familias de otros, para encontrar hijos desaparecidos, para descubrir los culpables, y, finalmente, para luchar para derechos humanos en otras esferas de la sociedad. Hablaban para ellos que estuvieron silenciados, y para ellos que nunca las pidieron su ayuda.

Hoy en día el trabajo de las Madres ha extendido a todos áreas de los
derechos humanos, en Argentina y por el mundo. Sus áreas de desarrollo incluyen las relaciones internacionales, especialmente entre las países de Sudamérica, (muchas de que han compartido unas historias similares de violencia y corrupción debajo gobiernos militares) asuntos de la iglesia, la salud pública, y todos tipos de derechos humanos. Hoy en día las madres practican activismo moralista, social, y unas veces políticamente extremo. Desde este primer día en abril 1977, las Madres han marchado cada jueves alrededor el pirámide en el centro de la Plaza de Mayo. Publican libros, organizan eventos, hacen entrevistas con la prensa, y viajan por otros partes del mundo para extenderse su mensaje. Sus proyectos incluyen la construcción de los edificios en su comunidad en Buenos Aires hasta la promoción de la paz mundial. Presentaron el junio pasado un caso para continuar el proyecto de construir 1500 viviendas en el Capital Federal, el que Jorge Telerman amenazó acabar (Perfil, junio 2007.) Con el apoyo del Presidente Néstor Kirchner, inauguraron 24 viviendas nuevas en la Ciudad Luz, juntas llamadas “Barrio del Pañuelo Blanco” (madres.org, 2007) por el complemento que se ha hecho el símbolo de las Madres y su lucha.

Las políticas de las Madres siempre han sido fuertemente izquierdas. En 1986, abajo de la dirección de la radical Hebe Bonafini, hubo desacuerdo entre las Madres. Unas miembros cuyos intereses se quedaban con el intento original de traer justicio a los culpables se formaron su propio grupo, Madres de Plaza de Mayo Línea Fundador, dirigido por Presidenta Nora Morales de Cortiñas. Madres de Plaza de Mayo, el grupo encabezado por Bonafini, se quedaba muy activa en la esfera política. Proclamó que la manera de rendir homenaje a sus hijos sería seguir luchando para las causas que les interesaban. En un discurso en Roma nombrado “Declaración de las Madres en lucha,” la Presidenta afirmó que ella y su asociación
“condenamos el colonialismo, el imperialismo, el sistema económico neoliberal, la administración de los Estados Unidos y sus aliados en el mundo; condenamos la ocupación de cualquier país del mundo por parte de tropas extranjeras, que nos obligan a involúcranos en guerras que no queremos; condenamos la carrera armamentista y el negocio de las armas; reivindicamos las luchas de liberación” (madres.org, 25 de octubre, 2007).

En los discursos públicos de Hebe Bonafini, sus tácticos son directos y sus palabras fuertes. Después del ataque en los Torres Gemelos en el 11 de Septiembre, 2001, Bonafini sostuvo que los terroristas vengaron mucha gente y que sus acciones fueron justificadas. Cuando un juez argentino impidió que una chica violada de 19 años abortar, Bonafini lo llamó un “facha, fascista, nazi” (madres.org, 10 de septiembre, 2007). Pero más importante que sus políticas, con las que no están de acuerdo todos, es la capacidad que tiene ella hablar en que piense y proteger los que no puedan protegerse sí mismos.

Hoy en día, las Madres han ayudado traer unos de los culpables a justicia. Un caso de actualidad muy importante es el juicio de Cristian Von Wernich, un sacerdote que últimamente fue condenado por los crímenes de asesinatos y secuestros durante la dictadura militar. Mientras las Madres no tuvieron una asociación directa con el juicio, su obra se trata de abrir el ojo público a la tragedia que ocurrió. Aunque el condeno de un solo hombre no puede devolver los perdidos, sirve para cicatrizar el daño de la época de terror. Daniel Feierstein, titular de la cátedra de Genocidio de la Universidad de Buenos Aires explica, “El Derecho es tanto la posibilidad de castigo como la de construir un discurso de verdad” (O’Donnell, 2007). En esta manera, la gente puede pensar en el pasado y actuar para el futuro, para que la misma tragedia nunca ocurra otra vez.

El abril pasado las Madres cumplió treinta años de trabajar por
los derechos humanos. Durante su celebración las mujeres recordaron los años de “lucha, verdad y memoria. Beatriz Lewin, una de las Madres fundadoras, dijo que los festejos ‘se viven con mucha emoción, porque hemos llegado hasta acá, aunque siempre para seguir trabajando", y aseguró estar ‘conforme por todo lo que se ha logrado, después de tanto sufrimiento…Hay esperanza para nosotras todavía, esperanza de que se continuará con la memoria, pero también de que habrá justicia por todos nuestros hijos,’ afirmó Lewin" (Perfil, abril 2007). Mientras muchas ahora aceptan la realidad de las muertes de los desaparecidos, su obra continua representar los ideales y los legados de sus hijos. Podemos entender el activismo de los madres como una manera de llevar a cabo los legados de sus hijos desparecidos. En este sentido los madres han crecido una generación nueva (sino mayor) de activismo político izquierdo en Argentina.

Por sus treinta años de trabajo, las Madres de Plaza de Mayo han extendido su obra desde una lucha personal hasta un intento de crear un mundo mejor. Lo que empezó en un grupo de catorce madres afligidas se convirtió en una fuerza grande e importante. Lo que empezó como un recurso de encontrar repuestas se convirtió en una manera de hacer cambio. Y lo que empezó como una lucha individual se convirtió en una representación de la gente argentina. “Retornada la democracia, pasaron a ser, más o menos, Las Madres de Todos. Ya no eran sólo significativas, sino representativas de la conciencia –cínicamente culposa– de la mayoría de la comunidad” (Aliverti, 2007). Es segura que la obra y las imágenes de las madres seguirán como aspectos importantes en la sociedad argentina. Son símbolos de una inspiración del futuro, una lucha del presente y una tragedia del pasado. Con sus pañuelos blancos y voces altas, las Madres representan un movimiento de resistencia y una fuerza que se ha planteado en la vida del activismo argentino. Sus marchas y reuniones forman la fundación de su lucha para el cambio rápido y profundo en el sistema sociopolítico. En sus treinta años se han transformado en algo mucho más grande que sí mismas. Como dijo Hebe Bonafini, Presidenta Madres de Plaza de Mayo, “esa plaza que ya es nuestra, y también es de nuestro pueblo, de todo el pueblo que lucha” (Perfil, mayo 2007).

Bibliografía:
Aliverti, Eduardo. “Sin cura,” en Página 12, Sección El País, 15 de octubre, 2007

Femenía, Nora Amalia. “Las Madres de Plaza de Mayo de Argentina: de junta a democracia,” en Estudios Feministas, vol. 13, no.1, 1987.

“Las Madres cumplen 30 años de resistencia,” en Perfil, Sección Política, 30 de abril, 2007.

“Madres de Plaza de Mayo tomaron jefatura porteña,” en Perfil, Sección Política, 27 de junio, 2007.

http://www.madres.org/

O’Donnell, Santiago. “El genocido argentino,” en Página 12, Sección El Mundo, 4 de noviembre, 2007.

“Vencimos a la muerte, queridos hijos!” en Perfil, Sección Política, 1 de mayo, 2007.

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21 Julio 2007

El Desarrollo de los Derechos Gays en la Argentina

Jonathan Raz

Profa. Liria Evangelista

“Cuaderno Latinoamericano”

UNA BREVE HISTORIA

Se sabe que grupos informales de gente gay argentina existían durante la segunda mitad del siglo XX. Sin embargo, podemos ubicar los comienzos “oficiales” de un movimiento gay argentino en 1969, cuando se formó Grupo Nuestro Mundo, la primera organización dedicada a la lucha para derechos gays. Hay que notar que el grupo se formó en medio de la presencia de un régimen militar que controlaba el país. El Grupo Nuestro Mundo creció hacia una organización aún más grande y poderosa en 1971 con la colaboración de muchos universitarios izquierdistas, anarquistas, y algunas organizaciones religiosas, creando así el Frente de Liberación Homosexual (FLH). La tercer presidencia de Juan Perón en 1974 reinstaló un sistema democráctico en la Argentina pero los miembros de la organización tenían que cuidarse contra la discriminación y las amenazas de violencia que sufrían dentro de una sociedad que aún mantenía sentimientos fuertemente homofóbicos. La mayoridad de los miembros apoyaron el FLH en una manera clandestina. En vez de luchar por los derechos gays, la FLH primariamente hizo hincápie en los derechos de mujeres y obreros (Brown).

Después del fallecimiento de Juan Perón en 1974 (y la breve presidencia de su esposa), una serie de ataques paramilitares contra homosexuales argentinos empezaron. El control militar volvió a Argentina con el Golpe de estado de 24 de marzo de 1976. El golpe representó un pérdida enorme de derechos democráticos para toda la nación. Gays fueron incluídos dentro del grupo de “enemigos del estado.” La gran mayoría de los miembros del Frente de Liberación Homosexual o fueron asesinados o torturados durante la época. Durante la dictadura, la expresión pública de la homosexualidad representaba un pecado mortal: gays conocidos y travestis fueron parte de los miles de “desaparecidos” durante la dictadura. Dadas las circunstancias sociales, el FLH se anuló en junio de 1976.

Pablo, un hombre gay quien actualmente vive en Belgrano dice que “ni siquiera podíamos hablar del tema de la homosexualdiad bajo la dictadura.” El recuerda una visita a San Francisco cuando tenía nueve años, aún empezando a entender sus sentimientos sexuales, le impactó ver la diferencia entre las libertades que gozaban los gays norteamericanos y la intolerancia de su país. Bajo la dictadura militar, el activismo gay especialmente despareció de la visibilidad. Gente gay que no fue matada o torturada por el gobierno mantuvieron vidas románticas clandestinas. Según unos, había una movida gay especialmente interesante en las islas del Tigre donde individuos podían aislarse del control urbano. Otros se radicaron en países mas liberales con la búsqueda de libertades personales.

Existen anéctodas raras sobre la persecución de gays durante esta época. David William Foster es un profesor de Estudios Hispanos y “Queer Studies” de Arizona State University. Estudia la Argentina por más que 40 años desde su primer visita al país con una Beca Fulbright en 1967. Desde ahí, ha vuelto al país más de 80 veces y conoce los cambios paulatinos que se han experimentado dentro de este período. Según él, bajo la dictadura, ciertos policías fueron escogidos como espias para luchar contra la “amenaza de los homosexuales.” Operando clandestinamente, estos policías ofrecieron sexo a otros hombres en lugares de ecuentro entre homosexuales. Después de que tales hombres aceptaran la oferta, los agentes los arrestaban (Foster).

Hacia 1982, luego de la derrota de la Guerra de las Malvinas, el pueblo argentino empezó a especular sobre el futuro de la dictadura. A partir de este año, la dictadura empezó su proceso de agonía, acelerando el retorno hacia una forma de gobierno democrático. A pesar de la presencia de una dictadura, unos activistas reinaguraron la lucha por los derechos gays, organizando la Coordinadora de Grupos Gays, un comité que dirigió la interacción entre varios grupos (todavía clandestinos) luchando para la liberación gay en la Argentina. Sin embargo, la dictadura todavía mantuvo sus tendencias violentas: entre el enero de 1982 y el noviembre de 1983, un ex-miembro de la FLH y al menos 17 hombres gays fueron asesinados (Brown 121). Actualmente, sólo dos asesinatos están aclarados. Por lo demás, en junio de 1982, un grupo paramilitar que se llamaba Comando Cóndor declararon su deseo de aniquilar a todos los homosexuales del país.

En 1983, cayó la dictadura militar, ofreciendo así a la comunidad gay argentina una oportunidad de desarrollarse, libre de las amenazas de la violencia o la muerte que les afectaban durante la década pasada. Con la caída de la dictadura, se formaron algunas nuevas iniciativas gays, retomando las ideas del Grupo Nuestro Mundo y FLH. Se podría interpretar este crecimiento de activismo como un signo de la liberación gay. Sin embargo, la continuación de la lucha por los derechos demostró que aún había formas de discriminación que vencer aún en democracia.

Muchos boliches gays aparecieron en Buenos Aires a partir de los años 80. Aunque ofriecieron un lugar propio a la comunidad gay porteña, la policía federal frecuentemente incursionaba en ellos. Una noche del abril de 1984, más de 200 personas fueron detenidas a causa de que estaban en un boliche gay. En su nota biográfica, Carlos Jáuregui—historiador y uno de los personajes más importantes del activismo gay en la Argentina—notaba como esta ambiente de sospecha influía la psiquis colectiva gay de esa época. Se radicó en Francia en 1981 con una beca universitaria. Aunque estaba en una Europa libre, el miedo de persecución le siguió. Como cuenta él:

Recuerdo que, en aquellos años '80, un día yo entré en el bar gay de moda. Estaba con un profesor, también homosexual con el cual había ido a tomar una cerveza a la salida del curso. En ese momento, se abrió la puerta y entraron dos uniformados. Yo, que no conocía los uniformes franceses, dije: "¡ Uy, no... Esto es una razzia!". Entonces mi acompañante me explicó: "No te confundas; no estas en tu país, estos son bomberos y vienen acá porque ellos también son gays." (Járegui)

Así, en 1984, la comunidad estuvo en una encrucijada. Por un lado, la caída militar representaba un símbolo de la posibilidad de liberación social y tal vez el entendimiento de la opresión compartida entre heterosexuales y homosexuales durante el Proceso militar ayudase con la aceptación de minorías sexuales del país, pero era obvio que todavía permancían fuertes sentimientos de ignorancia, discrimnación, y odio contra estas minorías.

Inmediatamente después de la razzia, 150 activistas se reunieron en Contramano, el primer bar gay de la ciudad. Allí formaron la Comunidad Homosexual Argentina (CHA), una organización politica por los derechos civiles de homosexuales. La organización originalmente era constituida por una mezcla de hombres gays y lesbianas quienes corrieron el riesgo de anunciar su sexualidad al público para crear una forma de visibilidad de la comunidad gay argentina. Aunque la CHA ha experimentado numerosos cambios durante su existencia, hoy en día mantiene su posición como uno de las organizaciones más importantes por los derechos de homosexuales argentinos. La organización de la CHA y la aparición de otros activistas independientes representaron una respuesta fuerte contra la represión policial.

TEMAS COTEMPORÁNEOS

A partir de la formación de la CHA, la comunidad gay argentina ha superado muchas de las injusticias por un corto trecho de tiempo. El número de organizaciones gays estalló desde 1990, y la visibilidad de homosexuales en los medios de comunicación ha subido mucho. Con rapidez, las organizaciones han amplificado la conciencia de la injusticias impuestas contra la comunidad gay, y poco a poco, la atmósfera se ve cambiada. La union civil, puesta en funcionamiento en Buenos Aires el 18 de julio de 2003 garantiza que “los integrantes […] tienen los mismos derechos y beneficios que la ciudad otorga a los integrantes del matrimonio” (salvo temas como el derecho de herencia y un derecho de la adopción)—un derecho que gente gay de la mayoría de los EEUU todavía no tienen (recordando el testimonio antes mencionado de Pablo y su visita a los EEUU, observamos una evolución de los derechos gays en la Argentina ya a escala global).

De esta manera, se podría decir que Buenos Aires se va convirtiendo en la nueva meca gay de Latinoamerica a causa de los derechos que ofrece a sus ciudadanos homosexuales. El fenómeno del peregrinaje de latinoaméricanos gays a la ciudad es obvio. En mis propias experiencias, conocí a muchos jóvenes gays quienes se radicaron en la Capital para mejorar sus vidas en alguna manera u otra. Algunos de Colombia se fueron para escapar de la violencia y el desorden social de su patria. Otros Peruanos se fueron para gozar de los mejores sistemas educativos de acá. Aún otros argentinos del interior se fueron de sus propias ciudades para crear una vida en esta ciudad cosmopólita. Cada persona tiene su propios motivo para radicarse en la capital. Sin embargo, todos me dijeron que las libertades personales para ser gay son incomparablemente mejores que las que tenían de sus lugares de origen.

A pesar de los dichos éxitos logrados por la comunidad gay de Buenos aires, hay que reconocer los problemas y desafíos que la comunidad gay todavía enfrenta con una frecuencia cotidiana. Casi todas los avances por los derechos gays de la Argentina afectan sólo a los ciudadanos de la ciudad de Buenos Aires. Los que viven fuera de la capital no tienen los mismos derechos civiles que los que viven adentro. A la comunidad gay argentina fuera de la Capital todavía le faltan muchas de las protecciones legales disfrutadas por los capitalinos. Una ley federal (Ley 23.592) prohibe la discriminación “por motivos tales como raza, religión, nacionalidad, ideología, opinión política o gremial, sexo, posición económica, condición social o caracteres físicos” (CHA). Existe un frente para incluir orientación sexual como otra categoría protegida bajo la ley, pero aún no ha cambiado la legislación.

CAMBIOS CULTURALES

En mi entrevista con David William Foster, me explicó los desarrollos y fallas recientes de la comunidad gay de Buenos Aires. La presidencia de Menem y la llegade neoliberalismo representó un momento en que la comunidad de Buenos Aires tuvo la oportunidad de emular las tendencias de sus equivalentes Occidentales, especialmente la comunidad gay de New York. Con el peso argentino pegado al dolar, porteños homosexuales tuvieron más acceso a la producción cultural gay de los EEUU. Así, el rumbo de desarrollo de la comunidad gay fue más dirigida a la importación de formas culturales extranjeras. Revistas, películas, música, y aún ropa de cuero temática, por ejemplo, de la comunidad gay norteamericana fueron importadas a la Argentina. Para los que podían pagar, la época de Menem ofreció a los homosexuales argentinos de clase media alta la oportunidad de participar en un mundillo gay casi idéntico al de los EEUU. Una revista popular, NX, imitó muchas de las tendencias visuales establecidas por gays norteamericanas de esa época. Por supuesto, la pobreza todavía afectaba a muchos durante la presidencia de Menem, así homosexuales fuera de la clase alta o media permanecían fuera de dicho ambiente. Con la crisis de 2001, este proceso de importación cultural se paró completamente.

Ya con el crecimiento del turismo después de la crisis, existe una reaparición de más bares gays y un ambiente parecido a lo que existía antes. Sin embargo, parece que esta renovación del ambiente tiene mucho más que ver con la llegada de turistas norteamericanos y europeos en vez de una movida autóctona. En San Telmo, por ejemplo, la visibilidad de gays es obvio. En las calles, se puede ver parejas homosexuales mostrando afección. También existen bares, restaurantes, aún hoteles dirigidos a turistas gays. Aunque existe una comunidad grande dentro de Barrio Norte y Palermo, su visibildad no es tan fuerte. Barrio Norte y Palermo podrían ser considerados los “ghettos gays” de Buenos Aires. Sin embargo, no se ve la muestra de afección entre parejas gays de estas zonas. Y por qué? Desde mi punto de vista, todavía existen valores tradicionales o, digamos conservadores machistas que afectan el comportamiento cotidiano del homosexual porteño.

Cesar Cigliutti, uno de los directores de la Comunidad Homosexual Argentina escribe que “San Telmo tiene una visibilidad mayor como barrio que otros, de allí a hablar de comunidades diferentes me parece que es exagerar, ya que hay un movimiento constante y permanente de nuestra comunidad por los diferentes lugares de reunion.” Continua explicando que actualmente, “las únicas zonas urbanas bien determinadas, (sacando los lugares de discotecas, pubs, etc. de nuestra comunidad) son las zonas ‘rojas’ o de trabajo de travestis (Palermo, Constitución, Flores, Chacarita).” Esencialmente, Cigliutti comunica “que el tema de los barrios y las identidades de las personas gays no tiene ninguna especifidad, salvo la que atraviesa toda la sociedad que son más un tema de clase y poder adquisitivo.” Según la interpretación de Cigliutti, la idea de los “ghettos gays” porteños no tiene ninguna validez. Aunque soy extranjero y no tengo tanta experiencia con la comunidad de Buenos Aires, tengo que decir que no estoy de acuerdo con su opinión. Aunque estas comunidades gays faltan la visibilidad de tales “ghettos” de Norteamerica o Europa, es innegable su existencia pero muy condicionada.

Cigliutti también refiere a un tema fuerte apenas resuelto en la cultura argentina: los travestis. Aunque transexuales y travestis tienen una fuerte presencia dentro de la cultura Pop de la Argentina (cosideremos Florencia de la V, una actriz travesti famosa de la serie “Los Roldan”), la gran mayoría de ellos no tienen ningún derecho en la Argentina. William Foster se refiere a muchos de los prejuicios inherentes del registro social que contribuyen a esta discriminación. Los travestis no tienen la opción de cambiar su sexo o nombre (la discriminación contra judíos ortodoxos también existe dentro del sistema, que requiere que las personas afeiten sus barbas antes de que saquen sus fotos para sus documentos). La gran mayoría de travestis trabajan como prostitutas, enfrentando problemas legales con frecuencia, y además corriendo riesgos de violencia por parte de sus clientes. Hay sospechas de que la policía federal ha tomado parte en los asesinatos de algunos travestis (Brown).

CONCLUSIÓN

Obviamente, este ensayo solo trata de algunos de los temas vinculados a la comunidad gay de la ciudad. Temas que todavía me interesan incluyen la comunidad lesbiana, que me parece tener mucha menos visibilidad que la comunidad constituida por hombres gays (pese a la existencia de ciertos íconos lésbicos del país, incluyendo, entre otras, a la poeta Alejandra Pizarnik). Cuando llegué a Buenos Aires, me interesaba conocer como su comunidad gay estaba avanzano desde la época de la dictadura. Unas temas me inspiraron pero muchos me desilusionaron. Sin embargo, sé que no puedo imponer mi propia concepción de lo que constituya una comunidad gay “verdadera” o, digamos, “buena.” La comunidad tiene sus propias valores, su propia historia, distinta de la comunidad norteamericana. Espero que sigue su lucha por la visibilidad y derechos civiles de la gente gay local. Veremos lo que pase.

BIBLIOGRAFÍA

ALTMAN, Dennis. “Rupture or continuity? The internationalization of gay identities.” Social Text, no. 48 (otoño 1996). P. 77-94.

BROWN, Stephen. “‘Con discriminación y repression no hay democracia’: The Lesbian Gay Movement in Argentina.” Latin American Perspectives, Vol. 29, No. 2 (marzo 2002). P. 119-138.

COMUNIDAD HOMOSEXUAL ARGENTINA. <http://www.cha.org.ar>

WILLIAM FOSTER, David. “Argentine Intellectuals and Homoeroticism: Néstor Perlongher and Juan José Pebreli.” Hispania, Vol. 84, No. 3 (Sep. 2001) P. 441-450.

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